Governo sob suspeita. É de se imaginar que o governo
comandado por um ex-juiz federal, e, portanto, conhecedor, por dever, das leis,
tenha como sua base a transparência, a moralidade e o respeito ético ao
cidadão. Mas não é o que se tem observado na gestão do Flavio Dino, do vizinho
estado do Maranhão. O Governador continua permitindo ação de lobistas e
empresários com passado muito pouco recomendáveis, e, além disso, também
continua contratando despesas e gastos inexplicáveis, como o aluguel de imóveis
de amigos e protegidos para o governo do Estado.
A coluna já antecipou aqui que um sobrinho do deputado
federal Marcelo Castro continua operando na revenda de medicamentos, sem
licitação e está fazendo uma verdadeira farra de negócios no estado do
Maranhão, através de uma empresa terceirizada. Também existem criticas e
investigações na Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares, que é o órgão do
governo que assumiu o papel de recrutar mão de obra terceirizada para a saúde
estadual, que cobra quase três vezes o preço praticado no mercado e é uma
brecha permanente para contratação de protegidos dos políticos do governo. Além
disso, a casa onde funcionou o QG de Comunicação da campanha política do então
candidato Flávio Dino foi alugada para a Secretaria de Estado da Saúde, desde
dezembro de 2015, por R$ 16,5 mil ao mês, ou seja, mais de R$ 200 mil ao ano.
Por último, foi revelado pela imprensa do Maranhão que
um filiado do PCdoB é o proprietário de um prédio onde funcionou o comitê do
PCdoB em 2014, e hoje está alugado para outro órgão estadual, a Fundação da
Criança e do Adolescente, demonstrando que a escolha de imóveis para o governo
Flávio Dino (PCdoB) está intimamente vinculada à falta de princípios e
critérios.
Dentre esses supostos desmandos, falhas éticas e de
conduta, vai-se firmando a ideia de um governo cada vez mais distante das
expectativas do povo que o elegeu.
Leia mais na coluna do Arimatéia Azevedo
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